Desse jeito não pega nem G-7

Ver o Flamengo jogar em 2017 tornou-se um fardo. O torcedor rubro-negro sabe que vai se estressar. E, nesta quinta-feira, contra o Fluminense, no Maracanã, não foi diferente.

O time joga para não perder e cria muito pouco. Quando chega, é com uma bola parada ou com uma bola cruzada na área. Jogadas de criatividade pelo meio, quase nenhuma.

No clássico, o Flu saiu na frente com um gol contra bizarro de Pará. Aliás, é o segundo que ele faz em um Fla-Flu. O Flamengo só cresceu depois disso, no abafa, e empatou com Réver de cabeça. Antes disso, poderia ter marcado com Guerrero, também de cabeça, mas o peruano, que começou a partida no banco de reservas, perdeu cara a cara com Cavalieri.

Falando das atuações individuais, poucos jogadores se salvaram. Diego Alves, Réver e Juan foram os melhores. Pará, Márcio Araújo, Rômulo, Paquetá e Berrío os piores.

O empate em 1 a 1 não altera a posição do Flamengo na tabela do Campeonato Brasileiro (o time segue em sétimo, colocação que o coloca na Pré-Libertadores), mas o time já vê os adversários mais próximos, casos de Atlético-MG e Vasco.

Se continuar jogando assim, é capaz de o Rubro-Negro não terminar a competição entre os sete primeiros, algo inadmissível para o alto investimento que foi feito.

Como diria o narrador Daniel Pereira, do Sportv… Presta atenção no serviço, Flamengo!

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