Só vergonha!!!

Os números vão mostrar que o Flamengo teve mais posse de bola, atacou mais, desarmou mais, cruzou mais, fez tudo mais que o Coritiba. Mas de que adiantam os números diante de um time inoperante, que comete erros primários, que encurrala o adversário em seu campo, que leva gol com um erro primário de um zagueiro experiente e que consegue criar apenas um lance de perigo em mais de 90 minutos?

Os números não servem para nada. Aliás, servem sim. Servem para treinadores tentarem explicar sua incompetência e a dos jogadores. O Flamengo de hoje é um time que não dá qualquer esperança para seus torcedores. Se o jogo for na casa do adversário, a pergunta é uma só: de quanto será a derrota?

No Couto Pereira não foi diferente. O Flamengo conseguiu levar um gol logo aos 7 minutos. O cruzamento para a área partiu quase do meio do campo. Juan preferiu se jogar pedindo falta, e Diego Alves não conseguiu evitar que a cabeçada de Cléber Reis entrasse.

A partir daí o que se viu foi a pressão rubro-negra. Pressão sem qualquer perigo, exceção feita a um chute Paquetá que Wilson salvou. Depois a impressão que ficou é que o Flamengo podia atacar por horas e horas que não chegaria ao gol.

Pará e Renê foram inoperantes. Diego teve mais uma atuação apática e foi substituído por Geuvânio, que mais uma vez entrou muito mal. Vinícius Júnior, como sempre, foi lançado para mudar o jogo. Mas só Rueda não percebe que essa responsabilidade é grande demais para alguém tão jovem.

O consolo para o torcedor é que são tantas vagas para a Libertadores, que dificilmente o Flamengo ficará de fora. Mas se o espírito não mudar para 2018, mais um vexame se anuncia. É esperar para ver. E sofrer…

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